segunda-feira, dezembro 31, 2012

palavras e sentimentos (a)

Muitas palavras podem ser pensadas, escritas e ditas sobre os dias e os tempos passados... é assim que se faz a história. Muitas outras se poderão pensar, escrever e dizer para o futuro. Mas, a palavra que mais me surge neste momento é "confiança". Penso que preciso/precisamos de confiar mais em Deus e nos outros. Podia escolher o amor, o perdão, a paz, a esperança... Não porque muitos outros as escolherão e eu queira ser diferente,... mas tenho necessidade de confiar mais n'Ele e no próximo. Na história que fica para trás, nem sempre correu bem esta confiança no próximo, mas n'Ele foi sempre um conforto. Por isso é que o meu compromisso para o novo ano é de confiar mais e viver para que confiem em mim. Nos novos tempos que se aproximam é crucial podermos "contar" com a amizade e as mãos uns dos outros.
Senhor, faz de mim instrumento da tua presença e conforto nos corações atribulados!...

segunda-feira, dezembro 24, 2012

bem próximo dos nossos corações...

Todos os dias são ótimos para fazer balanços. Neste momento o único balanço que me ocorre fazer é um misto de um céu de cores e cores,... e um vazio de escuridão e lágrimas... De uma e de outra maneira, confio em Ti, Senhor! Só Tu me tens guiado e mantido firme! A fé tem crescido e não há momento que não te peça para ver melhor a Tua Luz! As cores são a Tua luz e a escuridão é o meu afastamento de Ti!
"Não temais" diziam os anjos aos pastores, para anunciarem a alegria do Teu nascimento. Não quero ter medo e não tenho medo, porque sinto a Tua Palavra a mudar o meu coração! Este é o meu desejo para esta noite e para todos os dias: dar-Te a conhecer pela Tua beleza, simplicidade e Amor! Só este é o meu desejo, porque se conseguir fizer com que  aconteça no meu coração (com o Teu Espírito Santo) tenho a certeza que o reino de paz e amor vai acontecer no coração de muitos homens e mulheres que se cruzam comigo.
Não consigo desejar um feliz Natal, simplesmente gostaria que a Tua vinda até nós, Jesus, aconteça no coração de todos e de cada um, pois só assim se celebra o Natal! Deus manifestou-se e manifesta-se na simplicidade e na beleza da essência da vida, por isso: vamos acolher Jesus e deixá-lo ficar próximo,... bem próximo dos nossos corações!

sábado, dezembro 15, 2012

“Que devemos fazer?” (cf Lc 3,10-18) - III Domingo do Advento - Ano C

Nesta terceira etapa do Advento, a palavra de Deus coloca-nos diante da interrogação feita por três vezes a João Batista: Que devemos fazer? Esta pergunta nasce de entre os que o seguem e se sentem interpelados pelo que ele diz e faz. Por isso perguntam, e as respostas de João Batista são claras: sede sensíveis com as necessidades do próximo, não vos exploreis uns aos outros e não useis de violência de uns para com os outros.
Quase a entrar na novena que nos leva à celebração do nascimento de Jesus, esta interrogação surge para nos questionarmos sobre o que ainda precisamos de fazer para melhor preparar o Natal? Será que Jesus quer muitas luzes, prendas ou festas? Se o nosso coração não estiver verdadeiramente purificado, que prenda daremos ao Menino Jesus?
Neste que é o Domingo em que nós, Igreja, nos revestimos de cor de rosa, o apelo à conversão é forte e apelativo. O profeta Sofonias, no seu tempo, não só diz o que está mal na cidade de Jerusalém, como convida os seus habitantes a soltarem brados de alegria porque: “O Senhor está no meio de ti”. Por vezes podemos deixar-nos levar pela “conversa” dos outros que nos propõem o materialismo, as injustiças e as deturpações da realidade como sendo os verdadeiros deuses. Mesmo que nos deixemos levar alguma vez, o Senhor, nosso Deus, está sempre disposto a receber-nos com amor! Esta é a esperança e a alegria dada por Sofonias ao Povo de Jerusalém! Apesar de com facilidade podermos desistir de acreditar em Deus e viver segundo a Sua Palavra, Deus nunca desiste de nós.
“Que devemos fazer?” Que devemos fazer para preparar nos corações o nascimento de Jesus? Devemos converter-nos, sendo fiéis ao batismo recebido! Ser-se fiel é difícil, mas “das coisas fáceis não reza a história”. João Batista prega a conversão, mas não engana ninguém porque diz que alguém maior do que ele virá, e esse irá batizar com o Espírito Santo e com o fogo. Deixemos então que este anúncio ecoe nos nossos corações de batizados, para que o fogo do Espírito Santo entre em nós e nos aqueça. “Que devemos fazer?” Devemos converter, mudar, transformar e renovar o coração! “Seja de todos conhecida a vossa bondade.”
 

Oração para fazer em família e na comunidade para a terceira vela da Coroa do Advento
Senhor da alegria e da esperança
Converte o meu coração e ilumina a minha vida
com o Teu Espírito Santo,
mesmo quando eu me afasto de Ti.
Ensina-me a converter o coração num caminho de fé
de amor a Ti e ao próximo.
Faz com que o meu coração se deixe inebriar pela Tua alegria
e brote em mim a esperança de ser mais
bondoso, confiante e orante
Tu que és Deus com o Pai e reinas pelos séculos dos séculos.

domingo, dezembro 02, 2012

“Tende cuidado convosco,(…) vigiai e orai em todo o tempo” (cf Lc 21,25-28.34-36) - I Domingo do Advento - Ano C



Ao dar inicio ao novo ano litúrgico e ao tempo do Advento, todos nós, cristãos, somos desafios a permanecer numa permanente escuta da Palavra de Deus, para melhor prepararmos a celebração do nascimento de Jesus Cristo. Este tempo é uma oportunidade para meditarmos nas nossas vidas, no que somos, fazemos e dizemos, e questionar: sou verdadeiro discípulo do Salvador?
Diz-nos a Palavra de Deus deste primeiro Domingo do Advento que é preciso termos cuidado connosco próprios. De facto cada um só faz o que quer e acha ser o melhor para si mesmo, mas será isso o suficiente para viver na graça de Deus? Será que o que às vezes eu quero não vai no caminho contrário da vontade do Senhor Deus vivo e verdadeiro? Por causa disto é preciso meditar na Palavra e perceber que as promessas do Pai são sempre cumpridas: “farei germinar um rebento de justiça e de paz” (cf Jer 33,14-16). Este rebento é a libertação e salvação da vida aprisionada em zangas, ódios desavenças e intolerâncias. Este rebento é o anúncio de que a Palavra de Deus encarnada tem de ser escutada, meditada e vivida.
Abrir o coração à esperança e “vigiar e orar em todo o tempo”. Num momento da história da humanidade e do país, é preciso ouvir os arautos da esperança, que potenciam um futuro melhor. O primeiro arauto é a Palavra. Muitos são os que a ouvem e a põem em prática e encontram o caminho para viver a vida. Sim. É preciso viver a vida e não passar tempos e tempos a lamentá-la! Esta é mais uma esperança: vigiar e cuidar o que somos. O que somos, não o que temos. Jesus vem ao nosso encontro para nos apontar o caminho que nos leva ao Seu encontro.
Como fazer? Crescendo na caridade, confirmando os corações na santidade e progredindo ainda mais (cf 1 Tes 3,12–4,2). Nesta primeira etapa do Advento, preparemos o nosso coração com a oração. Dialoguemos com Deus. Peguemos na Palavra do Senhor e medite-mo-la no coração!

Oração para fazer em família e na comunidade para a primeira vela da Coroa do Advento
Senhor, quero olhar mais profundamente a vida,
estar mais atento à Tua Palavra,
para saber a estrada por onde caminhar.
Ilumina o meu ser para estar mais atento e vigilante
à minha vida, à minha forma de ser, de falar e de viver!
Num gesto de confiança e esperança da Tua presença no meu coração,
comprometo-me a pensar mais
no que sou, no que faço e no que poderei fazer
para melhor caminhar na Tua Palavra
e assim preparar a celebração do Teu nascimento.
Tu que és Deus com o Pai e reinas pelos séculos dos séculos.

sábado, novembro 10, 2012

«ofereceu tudo o que tinha, tudo o que possuía para viver» (cf Mc 12,38-44) - XXXII Domingo do tempo Comum - B



Oferecer… Dar… Entregar… Tudo o que se tem nas mãos de Deus… Que atitude tão cheia de despreendimento, mas acima de tudo, de confiança. Falta tanta confiança em Deus, na Sua existência e na Sua Palavra.
As viúvas de que nos fala a Palavra de Deus no livro dos Reis e no evangelho de Marcos são o símbolo dos mais frágeis, pobres, humanos, mas também disponíveis para confiar totalmente no Senhor. A viúva de Sarepta acolheu o pedido do profeta Elias, sabendo que no meio da seca que assolava a região, ela e o seu filho deixariam de ter alimento. Mas mesmo assim aceitou confiar na palavra do profeta que prometia que nunca mais lhe faltaria nem farinha nem azeite.
Já a viúva que foi ao templo dar a sua esmola, deu tudo o que possuía: a esmola, o seu coração, a sua vida… Que atitude impressionante a desta mulher, que Jesus tomou para ensinar aos discípulos (para nos ensinar a nós) o valor de dar tudo, ou seja, o valor de entregar a vida e confiá-la vida nas mãos de Deus. Pois dar o que sobra é um feito extraordinário? Darmos a Deus o tempo que nos sobra no dia-a-dia ou na semana (e é quando damos) é algo de fantástico? Faz-me lembrar as sobras de comida que são guardadas no frigorífico, para só se irem buscar quando são precisas, e por vezes para não dar trabalho (gastar tempo) a fazer nova refeição. Não seremos por vezes assim com Deus? Deixamo-l’O na Igreja (ou em qualquer outro lugar) à espera que tornemos a precisar d’Ele, para quando chegarmos Ele estar lá pronto a ser usado. Esta era a atitude dos doutores da Lei: cumpriam regras e leis, mas o culto era vazio de sentido e mera fachada.
Hoje podemos aprender a acolher tudo o que Deus Criador nos dá: a vida. Ao acolhê-la também podemos dedicar espaços de tempo a confiá-la nas Suas mãos, a entregá-la sem medo. Dar tudo quanto se possuí para viver é dar o que somos, darmo-nos a nós mesmos: o nosso coração e os nossos bens!
Confiamos na Palavra de Deus como a viúva de Sarepta? Damos o que temos e o que somos por amor a Deus e ao próximo? Entregamos a nossa vida como Cristo se ofereceu e oferece para nossa Salvação? Vale a pena pensar nisto… (penso eu!)

sexta-feira, novembro 09, 2012

pedaço de vida (z)




Há uma série de coisas que fazem duvidar a validade da existência e pôr em perspetiva o que se é e o que se faz… Hoje, como todos os dias, ajoelho-me diante de Jesus e procuro rezar a vida, para saber o que quer de mim… Até onde queres que vá? O que queres que faça? O que posso fazer para ser melhor discípulo? Que passos tenho de dar? Será que somos realmente poucos os que acreditamos em Ti e tentamos viver a Tua Palavra? Como levar a Tua Palavra ao coração da humanidade? De que forma? Com que métodos?
Podem parecer estas palavras um grito de coração e alma em desespero. Penso que não, mas às vezes penso que sim! Lê-se, medita-se, anuncia-se, mas não se veem os frutos tão desejados e ansiados. Um tempo de renovação de testemunho, de esperança… Estou/estamos todos a precisar…
Se alguma vez me esquecer de Ti, Senhor, faz-me lembrar através do próximo que estás sempre aqui ao meu lado e és a força e a esperança que preciso para ir mais além…
Se alguma vez me não lembrar de Ti, Senhor, faz-me lembrar outra vez do meu pecado e aponta-me o caminho para ir mais além…
Se alguma vez me afastar de Ti, Senhor, coloca alguém no meu caminho que me faça lembrar a beleza da Tua existência e da Tua presença na humanidade…
Se alguma vez duvidar de ti, Senhor, faça-se a Tua vontade e não a minha…

sábado, outubro 27, 2012

«atirou fora a capa, deu um salto e foi ter com Jesus» (cf. Mc 10,46-52) - XXX Domingo do Tempo Comum - B


Em que momentos na vida, tenho a coragem para atirar a capa para trás e de um salto ir ter com Jesus? Na figura do cego Bartimeu, encontra-se representada a acomodação, o conformismo e a estagnação da vida. Digo mesmo, da vida de muitos cristãos. Quantas são as vezes que por causa de prazeres pessoais e interesses mundanos não dou um salto para ir ter com Jesus? Quantas são as vezes que deixo que a minha forma de pensar e a minha vontade não sejam moldadas pelo anúncio da Boa-Nova?

Estava este homem cego, Bartimeu, também conformado com as suas circunstâncias de vida e com a exclusão que a sociedade lhe impunha. Abandonado junto ao caminho, mas não plenamente esquecido porque pedia esmola, este homem dá conta de Jesus a passar e, de repente, deseja mudar a sua vida. De um conformismo e acomodação só seus, passa a uma entrega e a um encontro que mudam para sempre a sua vida. Se ele era sinal de acomodação, agora passa a ser sinal de diferença.

Jesus, Filho de David, tem piedade de mim”. Este é o grito da confiança e do desespero que este homem tem a coragem de fazer. Reconhece que Jesus é o Messias e pede-lhe, carinhosamente (mas em alta voz) para que Jesus olhe para ele. Quando a humanidade pede com coração, alma e inteligência, o Senhor não deixa de atender o pedido. Por isso, a primeira ordem é que o caminho entre Jesus e Bartimeu fique desimpedido e não haja obstáculos que continuem a bloquear o encontro: “Chamai-o”. (Sim, existe quem passe a vida a recusar que alguns façam o seu encontro com Jesus: ou porque se manda calar, ou porque não se ouve, ou porque não se ajuda, ou porque não se ama, ou porque…).

Mestre, que eu veja”. “Vai, a tua fé te salvou”. A adesão ao Senhor, passar pelo reconhecimento de quem Ele é. Por ir ao Seu encontro. Por entregar a vida nas Suas mãos. Por escutar com verdade o Seu anúncio. Por deixar a “capa” para trás e sem medo avançar na vida. Por não perder a esperança de dizer e gritar bem alto: Jesus, tem piedade de mim! Jesus olha para mim! Jesus eu quero-te na minha vida!

Na fé recebida como dom, encontra-se a esperança a que todos somos chamados. Porque não ouvir com ouvidos e coração a Palavra do Senhor? Porque não deixar que ela transforme a minha vida? Porque não recusar cada vez mais a divisão da fé da vida quotidiana e aceitar mais a fé como modo de viver? Porque não deixar de ser obstáculo para que outros se encontrem com Jesus? Porque não pensar com simplicidade e humildade: o que é que depois de ouvir a Palavra e meditá-la vai ser diferente na minha vida?

Pe Ângelo Martins

sábado, outubro 20, 2012

“o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida pela redenção de todos” ( cf Mc 10,35-45) XXIX Domingo do Tempo Comum - B

“Servir e dar a vida”… que belo lema de vida que é oferecido pelo Senhor aos discípulos e, hoje, a todos nós.
Por vezes parece andarmos distraídos com questões de lugares, como Tiago e João. Os discípulos parecem andar longe de compreender e viver os ensinamentos de Jesus, pois só os seus interesses parecem emergir quando chega a hora de dialogar com o Mestre. Assim, Jesus insiste em ensiná-los (a nós também) que o Reino está para além de interesses pessoais e de lugares. O Reino está presente em cada um, cada vez que se faz doação e entrega ao próximo. Isto é o servir e dar a vida!
Em que momentos da minha vida eu procuro mais servir do que ter e fazer as coisas para me satisfazer? Em que momentos da minha vida procuro o melhor para o próximo (família, amigos, vizinhos e outros…)? Quando é que escuto mais a Palavra de Jesus?
A Comunidade que forma o Reino de Deus é feita de amor e doação! Pelo menos devia. Está ao alcance de quem? De mim, de ti e de todos nós. É urgente deixar brilhar a Palavra da verdade nos nossos corações. É urgente despertarmos do sono adormecido da fé recebida para a alegria vivida e celebrada. É preciso não deixar passar a beleza de Deus ao lado, mas embarcar com Ele na aventura da fé. Sim, a fé é uma aventura que é dom de Deus e acolhimento e resposta de cada um de nós.
Neste caminho, as facilidades não são muitas, ao contrário das exigências que são bastantes. Neste caminho, pode o sofrimento embarcar também connosco. Mas será ele um mal? Ou um bem? Ou então uma mera componente da missão de evangelizar sem desfalecer? “Terminados os sofrimentos verá a luz e ficará saciado”. Estas são as palavras do profeta acerca do Servo do Senhor. Servo este que sofre, mas que garante a Luz no e após o sofrimento. Evangelizar, ser discípulo, ser apóstolo, é também passar pelas “perseguições” e pelos sofrimentos. Estes sofrimentos podem levar a pensar que se está isolado e se rema sozinho contra uma maré que parece ser um tsunami. Não há que desanimar, pois a redenção através do sofrimento é plenitude da vida e garantia para o futuro. É-nos desafiado a nós, cristãos, sermos simples e humildes, padecendo nos sacrifícios como o servo disponível para amar sempre.
“Permaneçamos firmes na profissão da nossa fé”, diz a carta aos Hebreus. Em pleno Ano da Fé este desafio também se torna exigência. Não uma exigência com falta de palavras e obras, mas uma exigência de testemunho de vida! Acordemos da fé adormecida! Levantemo-nos com esperança! Acreditemos com toda a força, com toda a alma e com todo o entendimento. Somos desafiados a professar a nossa fé, com a vida! Somos “chamados a fazer brilhar a Palavra da verdade” (Mensagem do Santo Padre para o Dia Mundial das Missões)!
Neste dia em que somos também convidados a lembrar todos os missionários, acolhamos o desafio de viver a Missão de Jesus: tomar o seu exemplo de vida e, sem receio, sem temor e sem medo, transmitir a fé!
Pe Ângelo Martins

quinta-feira, outubro 11, 2012

quero...



Se pudesse voltava o tempo atrás,…
Se pudesse, não deixava que os sorrisos acabassem,…
Se pudesse, agarrava todos os momentos perdidos,…
Se pudesse, amava mais até hoje do que amei,…
Mas sei que não posso,… Por isso quero lembrar-me sempre que:
A vida é uma sinfonia perfeita que não acaba jamais,…
A vida é uma melodia celestial de palavras e olhares,…
A vida é um cruzamento de vidas e corações,…
Quero lembrar-me mais que:
a vida é um dom de Deus,
Que não posso adormecer em nenhum momento,
Que tenho de agradecer ao Senhor o que já vivi até hoje,
Que devo amar mais como Ele me amou e continua a amar,…